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Os seis pontos luminosos que se vêem na imagem são ovnis (objectos voadores não identificados) filmados por pilotos da Força Aérea do México, no passado dia 5 de Maio. As imagens foram divulgadas pelo Ministério da Defesa do México, no que constitui o primeiro reconhecimento oficial por parte dos militares de um país do contacto visual com ovnis.
O anúncio foi feito na terça-feira, na televisão mexicana, que exibiu partes do filme feito por pilotos com equipamento de vigilância que não permite truques ou montagens.
Boas a todos, muito brevemente irei alterar o site Grandes Mistérios com uma nova aparência e estrutura renovada, para todos os que ao longo destes 6 anos acompanharam o crescimento do site um abrigado.
Espero que continuem a virem visitar-nos e o divulguem.
Após uns longos meses voltei, tentarei vir aqui mais vezes.
um abraço a todos os que frequentam estes dominios!!!![]()
O governo da Grã-Bretanha pretende desclassificar de seus arquivos secretos, pela primeira vez na história, os documentos sobre a aparição de Objetos Voadores Não Identificados (Ovnis) no país.
As autoridades se negaram a anunciar em que dia serão abertos os documentos, que incluem informações desde 1967, mas se espera que isso ocorra em poucas semanas. A decisão foi tomada depois que a França decidiu publicar, em março, uma série de fotografias de UFOs. Os fãs dos objetos voadores não identificados poderão conhecer detalhadamente o que pensava o governo sobre esses materiais e se tomou, alguma vez, medidas para prevenir uma invasão extraterrestre. Segundo a agência Ansa, uma das aparições foi Os documentos que serão desclassificados pelo Ministério de Defesa, em Londres, são testemunhos de pessoas que viram UFOs, alguns são de pilotos militares e outros, de civis. Segundo o The Guardian, esses documentos foram compilados por uma pequena unidade secreta do governo, pertencente aos serviços de Inteligência denominados DI55. Em alguns casos, as autoridades militares decidiram investigar sobre as aparições dos objetos, mas nunca informou publicamente os resultados das pesquisas. O governo desclassificará de seus arquivos secretos 24 documentos. Cada um deles contém entre 200 e 300 testemunhos de pessoas que afirmam ter visto objetos voadores não identificados, como também memorandos do ministério e correspondência militar. |
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A informação é da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) a partir de um estudo que analisa a pressão exercida naturalmente pelas línguas dominantes e a repressão política, apontadas como principais responsáveis pelo possível extermínio de cerca da metade dos 6500 idiomas falados em todo o mundo.
Tal redução pode causar sérios danos à riqueza lingüística mundial, conforme dados do relatório. O texto alerta que o desaparecimento de uma língua acarreta na perda definitiva de uma parte insubstituível do conhecimento humano. Em outras palavras, quando uma língua morre leva consigo a cultura do povo que praticava o idioma. E isso é irreversível.
Línguas dominantes x línguas minoritárias
A América e a Austrália estão na pior situação. Na Austrália, nos últimos 100 anos, foram extintas centenas de línguas aborígenes e outras tantas estão em processo de desaparecimento em decorrência das políticas de assimilação cultural em voga até a década de 70. O país prezava o idioma inglês como língua oficial em detrimento das línguas minoritárias.
Nos Estados Unidos, pelo menos 150 línguas indígenas, que conseguiram sobreviver à chegada dos europeus no continente alguns séculos atrás, estão agora ameaçadas de extinção. O mesmo acontece com muitas línguas ainda faladas pelos índios brasileiros.
Na Europa são faladas 230 línguas, enquanto no continente asiático são 2200. Na África, 550 línguas das 1,4 mil existentes poderão sumir em breve. O estudo cita ainda países como Japão, Filipinas e Papua Nova Guiné. Nesta região do Pacífico concentram-se atualmente um terço de todas as línguas faladas no mundo.
Os idiomas francês, espanhol, chinês e russo sufocaram as línguas minoritárias em seus países. A principal causa seria a globalização, que indiretamente padroniza o idioma de cada nação. Isso faz com que as línguas que não são oficiais acabem sendo pouco valorizadas e faladas por um número cada vez menor de pessoas.
Dialetos em extinção
Não apenas as línguas minoritárias estão ameaçadas de desaparecimento em várias partes do mundo. O dialeto, modalidade regional de uma língua, caracterizada por certas peculiaridades fonéticas, gramaticais ou léxicas, também segue o mesmo rumo em muitos países.
Na Alemanha ainda são falados diversos dialetos, especialmente em cidades do interior. O dialeto praticado, por exemplo, na Baviera, sul do país, é tão complexo e rico quanto o dialeto falado no norte da Alemanha. Prova disso é que a compreensão entre ambos é difícil. O elo de ligação é o alemão oficial.
De volta às raízes
São poucos os países que tem consciência da importância da preservação de línguas minoritárias. Um exemplo é a Irlanda. Nos séculos 17 e 18, com a ocupação inglesa, a língua galesa foi proibida de ser falada. Os irlandeses, entretanto, não se deixaram intimidar pela proibição e continuaram se comunicando às escondidas em galês.
Em 1921, a língua galesa voltou a ser aceita sem restrições e passou a ser ensinada nas escolas. A chamada Lei da Língua Galesa, de 1993, estimula a difusão do idioma, hoje falado por cerca de 19% da população.
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